segunda-feira, 14 de novembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Atrás, um outro montado a cavalo e mais ao fundo, um negro conduzindo um jumento que segue de costas ao grupo.
Questões de história
1) Assinale a questão certa
( ) A mãe de Dom Pedro 1 chamava-se
dona Maria I
( ) Dom João VI era casado com dona
Leopoldina
( ) Carlota Joaquina era amante de
Napoleão Bonaparte
( ) dona Maria I foi quem mandou
enforcar e esquartejar Tiradentes em 1792
2) Preencha a frase
_______________________________era
parente de Maria Antonieta, esposa de Luis XVI que foi enforcada na guilhotina.
Em 1821
_____________________ deixou seu filho como príncipe regente do Brasil e voltou
para Portugal.
Em 09 de
janeiro de 1822 é comemorado o dia do __________________
Em ______________________
Dom Pedro I a margem do Rio Ipiranga declara a independência do Brasil.
3) Quanto ao quadro de Pedro Américo,
assinale a questão certa
( ) ele foi um pintor que viveu e
esteve presente no dia da independência do Brasil
( ) no dia da independência do Brasil
dom Pedro I estava usando uma roupa da gala
( ) a casinha do quadro da independência
foi usada para dom Pedro I fazer o numero 2
( ) o quadro de Pedro Américo foi
pintado 60 anos depois da independência do Brasil.
O cenário que Dom Pedro encontrou às vésperas do Grito de
Ipiranga, escreve Laurentino Gomes em 1822, indicava que o país de 4,5 milhões
de habitantes “tinha tudo para dar errado: de cada três brasileiros, dois eram
escravos, negros libertos, mulatos, índios ou mestiços. Era uma população pobre
e carente de tudo. O medo de uma rebelião escrava pairava como um pesadelo
sobre a minoria branca. Os analfabetos somavam mais de 90% dos habitantes.
Quantos habitantes havia no Brasil?
De cada tres brasileiros quantos eram escravos?
Como era a maioria da população do Brasil?
Os analfabetos somavam em quantos porcento?
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Brian, agora um deles, é conhecido como Abu Qassem al-Brazili ("o brasileiro", em árabe). Em entrevista exclusiva ao "Fantástico", da TV Globo, Rosana contou que busca respostas sobre o que levou o filho a se tornar um radical de um dos grupos mais perigosos da atualidade. E revelou que teme que ele se torne um homem-bomba:
terça-feira, 3 de setembro de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
Revolta de longa data
Separadas por mais
de dois séculos, as manifestações que tomam as ruas do Brasil, hoje, têm
semelhança com as que ocorreram durante o Antigo Regime
Foto: o primeiro estado (Clero) e o segundo estado (nobreza) sobre o terceiro estado (Plebe).
Para historiadores
e cientistas sociais, os eventos que vêm ocorrendo no Brasil nos últimos dias
funcionam como uma espécie de laboratório no qual várias teorias são testadas
para explicar os acontecimentos. Aos historiadores esse é um desafio ainda
maior, já que por estarem mais habituados a refletir sobre o tempo longínquo, a
“História do Tempo Presente” se torna mais difícil. É mais fugidia, como há
muito advertiu Fernand Braudel. Nem por isso deve se furtar da tarefa de
fazê-la.
Aos que conhecem um pouco mais
de perto a história dos protestos populares, os acontecimentos recentes podem
parecer surpreendentes por sua semelhança com o que se passou há dois ou três
séculos no continente europeu e também nas colônias na América. Vários pontos
em comum poderiam ser apontados, três se apresentam de maneira muito explícita:
o aumento de preços de serviços, o discurso repressor das autoridades e a veiculação
de boatos de diferentes tipos.
No momento, já se tornou
evidente que as manifestações não eram apenas pelo aumento de 20 centavos na
passagem de ônibus em algumas capitais. Porém, quando se argumentou que os
manifestantes protestavam por um valor que parecia irrisório, isso não era só uma
maneira de desmerecê-los, mas também era uma forma de reduzir as reivindicações
das pessoas na rua a apenas uma única causa. Essa era uma impressão muito
parecida com a que se tinha dos protestos dos séculos XVII e XVIII. Neste
período, dizia-se que bastava apenas uma má colheita provocar uma alta
repentina dos preços para que as pessoas ganhassem as ruas e protestassem
contra o aumento do preço dos alimentos, como as que aconteceram na França e
Inglaterra nas primeiras décadas do século XVIII.
Gefferson Ramos Rodrigues
quinta-feira, 13 de junho de 2013
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PERÍODO
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PRODUÇÃO
EM TONELADAS
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1827
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31
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1850
|
1.000
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1870
|
8.000
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1891
A 1900
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21.400
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1900
A 1910
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34.500
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1910
A 1920
|
32.800
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1920
A 1930
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20.200
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